Agonia:
diante do sopro,
o caos.
Fugaz:
Não mais o que tento,
Agora
o que faço.
Em tempos verbais antagônicos,
Não mais o passado.
Na velocidade,
o que nunca vi,
Me forço (a enxergar).
Veja bem:
Os sinais vitais já não são meros coadjuvantes das nossas ações.
E agora,
Diante das urgências
A necessidade de aferir o fôlego
Para, enfim,
alcançar o alívio
No sopro do vento,
no limbo do fogo,
No caos
da almejada paz.
O devaneio é possível,
Descansa.

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